quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

A gênese da destruição

Postagem retirada http://saibahistoria.blogspot.com


Texto de autoria de Ana Lucia Azevedo publicado no jornal O Globo de 22/01/2011 mostra que a turbulenta relação entre os brasileiros e as serras tem sua origem na própria formação do nosso país.

Devastação em Nova Friburgo


A trágica história dos desastres naturais em terras brasileiras começa com a formação do Brasil. São Vicente, em São Paulo, a primeira povoação oficialmente criada na América portuguesa, teve o núcleo destruído por tempestades e ressacas em 1541. O padre José de Anchieta, ao escrever na mesma região em 1560, descreveu uma tempestade que "abalou as casas, arrebatou os telhados e derribou as matas". Desde então, se sucedem os desastres gerados pela combinação de gente no lugar errado, montanhas e tempestades, destaca o historiador José Augusto Pádua, para quem a História tem muito a contribuir para a compreensão da relação entre o homem e a natureza. Relação que pode terminar em desgraça, como demonstrou a tragédia deste mês na Região Serrana do Rio.

- Temos uma longa trajetória de uso inadequado do solo. E uma visão da natureza sem enfoque histórico. As pessoas, e não só no Brasil, vêem a natureza como um cenário. Mas a natureza é movimento. É transformação permanente – explica Pádua, um dos poucos especialistas brasileiros em história do meio ambiente e coordenador do Laboratório de História e Ecologia do Departamento de História da UFRJ.

Em busca de uma utopia possível

Pádua diz que a utopia possível é que vamos conseguir adaptar nossas necessidades ao mundo natural. Na era do aquecimento global, em que extremos tendem a se tornar mais regra do que exceção, esse aprendizado ganha urgência.

- É preciso conhecer a transformação da paisagem. Nos últimos dias houve muitos relatos de pessoas atingidas dizendo não se lembrarem de ter visto, em 70 anos, antes algo como as chuvas e desmoronamentos na Serra. Isso é muito tempo para uma vida humana. Mas não é nada para a natureza - diz Pádua.

Autoridades e meteorologistas discutem se as chuvas que devastaram a Serra entre 11 e 12 de janeiro foram as mais violentas da região. Para Pádua, a discussão é secundária. Pode ser que chuvas assim ocorram a cada 100 anos. Pode ser que não.

- O importante é se convencer de que elas podem voltar a ocorrer. Pode ser que tenham ocorrido outras vezes, mas que não tenham sido catastróficas porque ninguém morava lá. Se a história da ocupação das serras brasileiras, e não apenas a fluminense, ainda é incipiente, e está cheia de lacunas, a história natural é ainda mais desconhecida – afirma o historiador.

Exemplo disso é a visão equivocada sobre as florestas. Muita gente se chocou com o fato de encostas cobertas com florestas terem vindo abaixo na enxurrada.

- Muitos moradores pensaram que as encostas estariam defendidas pela presença de florestas. Realmente as florestas são a melhor proteção das encostas. No contexto atual, as propostas ruralistas de afrouxar o Código Florestal representam um tapa na cara da sociedade. Só que as florestas não existem no abstrato. Cada floresta tem sua história. Muitas das formações florestais da Serra são recentes e secundárias, estando bastante mexidas e fragmentadas. Se mesmo as florestas mais íntegras, dependendo do volume de água e do contexto geológico, podem não segurar um deslizamento, quanto mais as florestas secundárias. Conhecer a história de cada paisagem é fundamental para desenhar boas políticas de prevenção e reconstrução - explica o pesquisador da UFRJ.

O passado não registra nada da magnitude da catástrofe que matou centenas de pessoas em Nova Friburgo, Teresópolis e outros municípios serranos nas chuvas deste janeiro. Mas explica sua origem.

- Uma perspectiva ampla permite identificar que transformações na paisagem contribuíram para aumentar o desastre. E demarcar melhor que lugares devem ser considerados impróprios - observa o historiador.

Ele lembra que as enormes enchentes de 1987/88 na Serra Fluminense, ou no Rio de Janeiro em 1966/67, mataram bem menos gente do que a tragédia deste ano. Não porque estivéssemos mais bem preparados. Um fator decisivo é que a escala das populações e da ocupação dos espaços era muito menor.

- Havia menos gente em lugares que nunca deveriam ter sido ocupados. Os últimos 30 anos assistiram a um aumento populacional explosivo. Com as previsões de que chuvas extremas se tornarão mais freqüentes, mais do que nunca é preciso repensar a ocupação, os limites de nossa sociedade de risco - frisa.

Nossa sociedade é paradoxalmente poderosa e vulnerável.

- O tamanho da população das cidades, a complexidade da infraestrutura e a dependência de fluxos intensos de matéria e energia, isto é, de água, de combustível, fazem com que nossa sociedade seja ao mesmo tempo muito poderosa, porém muito mais frágil - diz.

A história do Brasil nos traz muitos alertas.

- A medida que as cidades cresciam, com maior concentração de gente, como o Rio de Janeiro, onde se desmatava as encostas para agricultura, carvão ou moradia, as enchentes começaram a causar danos consideráveis e a ficar na memória coletiva. É o caso das "águas do monte" de 1811, quando parte do Morro do Castelo desmoronou. Ou da enchente de 1864, lembrada em 1889 por uma crônica de Machado de Assis. A partir do século XX a situação piorou muito - relata o historiador.

A questão das encostas já era alvo de críticas em 1821, quando José Bonifácio argumentou que a agricultura deveria ser feita nos vales, beneficiando-se da proteção dos morros florestados. O cultivo em encostas, motivado em grande parte pela facilidade de desmatar em favor da gravidade, era encarado por ele como uma combinação de ignorância, preguiça e má gestão. Em 1862, ao ver Petrópolis alagada pela chuva, o imperador D. Pedro II reclamou com o engenheiro do distrito que "pouco se fez do ano passado para cá" para enfrentar o problema.

E pouco continuou a se fazer, passados quase um século e meio desde a crítica do imperador. O plano original de Petrópolis, dos idos de 1840, não previa o desmatamento de encosta. Mas Pádua acredita que a região de Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo permaneceu por muitos anos relativamente a salvo de catástrofes em virtude de sua baixa ocupação por muitos anos.

- Até meados do século XX a população dessas cidades estava na casa dos 30, 60 mil habitantes. Tudo isso mudou nas últimas décadas do século XX, quando a população começou a crescer muito depressa - diz Pádua.

Uma relação perigosa com o verde

O motivo seria o fenômeno socioeconômico que os historiadores chamam de Novo Rural, baseado em turismo, casas de campo, agricultura orgânica, criação de ovelhas, cavalos e produção de produtos finos. As pessoas subiram a Serra em busca do verde.

- Apesar dos muitos pontos de risco, a região se tornou cada vez mais atraente para os que queriam viver "mais perto da natureza", ter maior contato com o verde. E pessoas pobres foram atraídas por essas novas oportunidades de emprego. Assim, casas ricas e pobres foram erguidas em lugares totalmente vulneráveis a desastres - salienta.

Para o historiador, só uma intensa presença do poder público no controle da ocupação, associada a formas inovadoras de manejo local, poderão indicar um caminho seguro para a Região Serrana.

- A natureza não pede licença ao homem. Precisamos encontrar uma forma de nos adequar a ela - conclui.


sábado, 28 de agosto de 2010

Agrônomo transforma telhados de prédios em canteiro de hortaliças

Que tal transformar o topo dos milhares de edifícios espalhados pelo Brasil em grandes canteiros de hortaliças? Essa é uma das metas do técnico agrícola e estudante de agronomia, Marcos Victorino, criador do projeto Plantando na Cidade. Com esse projeto, ele pretende provocar mudanças nos hábitos alimentares e trazer à tona a discussão sobre a qualidade dos alimentos que consumimos. Para aqueles que temem que a poluição de uma cidade como São Paulo possa afetar a qualidade do que é produzido nessas hortas, Victorino afirma que por ter um ciclo curto de produção, as plantas não ficam expostas por muito tempo. “O rabanete, por exemplo, pode ser consumido 25 dias depois do plantio”, diz. Para ele, a agricultura convencional sofre muito mais com o efeito dos defensivos pulverizados diretamente nas plantações.
“O alimento produzido nessas hortas urbanas é 90% melhor do que aquele que eu compro na feira”, opina. Além dos benefícios saudáveis para o consumidor final, o agrônomo também cita que o mercado de produção tem muito a ganhar com a técnica. “Em média 35% da produção se perde no transporte do campo para a cidade. Criando as hortas aqui, o preço dos alimentos vai diminuir. Vamos formar consumidores nos centros urbanos”. O processo é simples e o único pré-requisito é que o local garanta pelo menos quatro horas de exposição à luz solar.
O plantio sobre telhas garante a impermeabilização e a adaptação da horta a qualquer espaço ou altura, de maneira a facilitar o manuseio da terra por qualquer pessoa. O custo para instalação de um canteiro é baixo - uma telha de cerca de três metros custa em média R$ 150,00 e já existem conversas com a indústria para a produção de telhas adaptadas para o plantio. “É preciso quebrar o paradigma de que não é possível plantarem ambiente urbano”, diz Victorino.


Futuro

Victorino lembra que com o loteamento de terrenos para a construção de condomínios, muitas áreas rurais tornaram-se urbanas e por isso é necessário voltar as atenções para a agricultura urbana. “Temos a consciência de que o Brasil ainda tem área agrícola de sobra, mas hoje a produção está voltada muito mais para a geração de energia do que de alimentos e isso é um problema mundial”, ressalta. Hoje, o maior problema, segundo ele, é a falta de profissionais preparados para trabalhar com agricultura urbana. “A pesquisa agronômica sempre foi voltada para a produção agrícola”, diz ele que pretende, pretende tornar as praças de São Paulo em grandes jardins comestíveis, como já acontece em algumas cidades da Europa. “Isso depende apenas da visão do administrador público”, acredita.
A Faculdade Cantareira, mantenedora do projeto, agregou a idéia em seu curso de Agronomia e os professores de todas as disciplinas já estão integrando a agricultura urbana em suas aulas. No futuro, uma parceria entre a faculdade e o Ministério da Agricultura deve resultar no projeto São Paulo – Verde nas Alturas, que pretende instalar hortas no topo de todos os prédios da cidade. Em tempos de aquecimento global, as hortas suspensas podem ser uma grande aliada do clima das grandes cidades, já que elas podem diminuir o aquecimento das casas em dias muito quentes.

Fonte: www.jornalentreposto.com.br

sábado, 5 de junho de 2010

NOSSO MUNDO ESTÁ DOENTE



Até quando veremos situações como estas????
    

      
E o vazamento ainda não cessou...


Os únicos que não degrada o meio ambiente serão os primeiros a sentirem a destruição 

        

Nossa espécie humana também corre risco. Como dizer Senhor Te Amo se somos incapazes de amar o outro, que está ao lado e se pode ver... o que não ama não conhece a Deus. Porque Deus é amor














E enquanto nosso planeta está doente, boa parte dos homens pensam apenas em defesa, esquecendo de defender nosso planeta

sexta-feira, 28 de maio de 2010

A Natureza está furiosa.

QUE CAMINHO VAMOS SEGUIR???

É a natureza esta brava, a erupção do vulcão Pacaya, na Guatemala, que jogou cinzas, areia e rochas pelas regiões sul e central do país, matou uma pessoa, feriu ao menos 20 e deixou três crianças desaparecidas nesta quinta-feira (27), informam as autoridades guatemaltecas.
Até parece filme estas noticias, mais é real, ultima mente não não se completa 1 mês sem que haja estes desastres naturais, as vezes fico a pensar onde tudo isso vai parar, nestes pensamentos penso o que eu posso fazer, e ai noto como sou pequena diante destes problemas, as pessoas que podem ajudar os donos do dinheiro só pensam em lucro   no agora o amanhã é problema das próximas gerações, eles não dizem isto verbal mente mais seus atos mostram suas ideais.
Apesar dos pesares temos que fazer a nossa parte, nossa consciência deve ser ecologicamente correta, não é por que alguns não dão exemplo é que vamos estravazar. Temos que exercer a nossa cidadania através de atos que um dia nossos filhos sobrinhos possam dizer, minha mãe minha tia, pai ou avó, contribuiu para a melhoria do meio ambiente, através disso ou daquilo... Hoje aquele homem simples que pega latinha papelão garrafas etc não tem muito valor para alguns, mais amanhã seu valor será incalculável,  serão estes os grandes nomes da história, serão lembrados como aqueles que com seus humildes atos preservou algo importante ao bem comum.

 A  natureza é a presença de Deus em meio de nós 


    

quinta-feira, 27 de maio de 2010

As maravilhas de Deus


Será que nossos filhos poderão apreciar lugares como esse???, as noticias que vemos nos noticiários são desanimadoras,  desde os primórdios o homem interfere no meio ambiente natural, e essa interferência, vai se tornando cada  vez maior e ao mesmo tempo mais agressiva. 
Os últimos noticiários ouvimos sobre um vazamento de petróleo nos Estados Unidos, que não para de vazar desde 20 de abril de 2010, um volume mínimo equivalente a 10 piscinas olímpicas ( 23,8 milhões de litros)   cheias de petróleo já vazou nas águas do golfo do México, após a explosão e o afundamento da plataforma de exploração Deepwater Horizon, pertencente à empresa britânica British Petroleum (BP). 
O grande problema é que os técnicos as grandes empresas não consegue resolver o problema, por que será?
A mãe natureza esta se revoltando, e não é para menos, quanto dela já  foi destruída, quantos recursos já foram utilizados.Esse assunto vai longe, mais é preciso falar sempre e abraçar a causa, uma andorinha sozinha não faz verão, mais se mobilizarmos um grande número de andorinhas o verão vai acontecer. Temos que entrar nesta luta e cobrar dos nossos governantes ações de responsabilidade ambiental.
Os meus melhores dias é quando estou perto da natureza, sentindo o ar livre, o som dos pássaros, a brisa do mar, tudo isso Deus nos deixou de herança, não vamos fazer igual o filho pródigo, gastar tudo e depois se arrepender, pois se isso acontecer não haverá as próximas  gerações.

terça-feira, 25 de maio de 2010

A consciência ambiental só será possível se houver percepção e o real entendimento do valor do meio ambiente natural em nossas vidas. Quando as pessoas realmente entenderem que esta questão afeta diretamente suas vidas e que muitas vezes o que foi prejudicado não tem volta, só então o meio ambiente não precisará mais de defensores.

A sociedade terá que compreender que preservar o meio ambiente é preservar a si próprio e prejudicá-lo, afeta tudo à nossa volta.
O Brasil tem vantagens ambientais que não são aproveitadas, muito pelo contrário, é permitido que essa falta de entendimento comprometa riquezas como a Floresta Amazônica, a maior floresta tropical do mundo, que é um exemplo clássico do descaso nacional.

Mas, se nada for feito com urgência, um perigoso destino aguarda as próximas gerações que serão prejudicadas pelos impactos ambientais e desperdício dos recursos naturais.

A falta de consciência ambiental da população é refletida na sujeira das cidades, com lixo jogado nas calçadas, rios, esgotos, córregos, etc.. Pessoas jogando lixo das janelas de seus carros, e não apenas pedacinhos de papéis, mas até mesmo caixas.

Será que não sabem que essa atitude impensada e comodista entupirá bueiros e causará enchentes?

O meio ambiente não pertence a um determinado país, pertence à humanidade, este é o direito difuso expresso nas leis em defesa do consumidor, preservação ambiental e cultural.

Ter consciência ambiental é agir pensando nas conseqüências, substituindo produtos poluentes por similares ecologicamente corretos, por exemplo.

A natureza não possui recursos infinitos para satisfazer o modelo consumista e imprudente da sociedade contemporânea, como bem vem demonstrando as catástrofes por todo o planeta.

Precisamos viver os desafios criativos do século XXI e modificarmos comportamentos presos ao século passado.

A tarefa não é fácil, mas será sem dúvida um prazer deixarmos de usar a técnica primitiva das queimadas que tanto prejudica a camada de ozônio e os pulmões, pararmos de jogar esgotos nos rios e podermos desfrutar da sua presença na paisagem.

As situações transformadoras são muitas e felizmente começam a ser desejadas por um número cada vez maior de pessoas.

A situação é emergencial, entretanto ainda existem aqueles presos ao modelo de desenvolvimento retrógrado, onde tudo podia ser feito em nome do lucro.

O espelho deste pensamento é visível nas cidades atuais, que as leis ambientais pretendem alterar, que não elimina necessárias transformações individuais, onde cada deve fazer a sua parte.

domingo, 6 de dezembro de 2009




Meio Ambiente




Preservar o meio ambiente é muito importante para que possamos ter um planeta saudável e rico em recursos naturais no futuro.

Segue algumas medidas que podemos facilmente tomar em casa e na escola:



Água
  • Escovando os dentes - desligue a água enquanto faz a escovação.
  • Lavando a louça - desligue a água enquanto ensaboa pratos, copos, talheres e panelas.
  • Tomando banho - nada de banhos muito longos e quando estiver se ensaboando, desligue a torneira.

Energia
  • Desligue as luzes - ao sair do seu quarto, sala ou cozinha não esqueça de apagar as luzes.
  • Desligue aparelhos eletrônicos - não deixe a televisão, rádio ou computador ligado caso não esteja sendo utilizado.
  • Ar condicionado - utilize com moderação!
  • Lavando roupa suja - dedique dias da semana para lavar a roupa. Assim você utiliza a máquina de lavar em sua capacidade máxima, economizando energia e água ao mesmo tempo.
  • Passando roupa - também dedique dias da semana para passar roupa. Evitando assim, o liga e desliga.

Lixo
  • Coleta seletiva - tenha uma atitude bacana. Programe a coleta seletiva na sua casa. É muito fácil, basta separar os lixos em: material orgânico, papel, metal, vidro e plástico. Desta forma, você estará fazendo uma grande contribuição à mãe natureza, já que este material será reciclado, ou seja, será reaproveitado para a fabricação de novos produtos.

Transportes
As emissões de gases emitidos pelos transportes é muito nociva para a nossa atmosfera. Mas podemos tomar algumas atitudes para contribuir na diminuição da emissão de gases.
  • A caminho da escola - Utilizar os transportes coletivos é sempre mais saudável para o planeta. Por isto, quanto mais gente utilizar um mesmo veículo melhor. Se você vai de carro para a escola, que tal combinar um rodízio com os colegas que moram perto! Além de ser uma atitude consciente, você aproveita e faz novos amigos! 
    Agora, se a sua escola é perto de casa, larga de preguiça e vá a pé! Assim, você estará cuidando da saúde do nosso planeta, e da sua saúde também!