A sociedade terá que compreender que preservar o meio ambiente é preservar a si próprio e prejudicá-lo, afeta tudo à nossa volta.
O Brasil tem vantagens ambientais que não são aproveitadas, muito pelo contrário, é permitido que essa falta de entendimento comprometa riquezas como a Floresta Amazônica, a maior floresta tropical do mundo, que é um exemplo clássico do descaso nacional.
Mas, se nada for feito com urgência, um perigoso destino aguarda as próximas gerações que serão prejudicadas pelos impactos ambientais e desperdício dos recursos naturais.
A falta de consciência ambiental da população é refletida na sujeira das cidades, com lixo jogado nas calçadas, rios, esgotos, córregos, etc.. Pessoas jogando lixo das janelas de seus carros, e não apenas pedacinhos de papéis, mas até mesmo caixas.
Será que não sabem que essa atitude impensada e comodista entupirá bueiros e causará enchentes?
O meio ambiente não pertence a um determinado país, pertence à humanidade, este é o direito difuso expresso nas leis em defesa do consumidor, preservação ambiental e cultural.
Ter consciência ambiental é agir pensando nas conseqüências, substituindo produtos poluentes por similares ecologicamente corretos, por exemplo.
A natureza não possui recursos infinitos para satisfazer o modelo consumista e imprudente da sociedade contemporânea, como bem vem demonstrando as catástrofes por todo o planeta.
Precisamos viver os desafios criativos do século XXI e modificarmos comportamentos presos ao século passado.
A tarefa não é fácil, mas será sem dúvida um prazer deixarmos de usar a técnica primitiva das queimadas que tanto prejudica a camada de ozônio e os pulmões, pararmos de jogar esgotos nos rios e podermos desfrutar da sua presença na paisagem.
As situações transformadoras são muitas e felizmente começam a ser desejadas por um número cada vez maior de pessoas.
A situação é emergencial, entretanto ainda existem aqueles presos ao modelo de desenvolvimento retrógrado, onde tudo podia ser feito em nome do lucro.
O espelho deste pensamento é visível nas cidades atuais, que as leis ambientais pretendem alterar, que não elimina necessárias transformações individuais, onde cada deve fazer a sua parte.

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